logo

O Diagnóstico

O diagnostico da doença pode acontecer após o paciente ter algum sintoma e assim começa a investigar a causa dos sintomas, ou então acidentalmente. Chamamos de acidental quando o paciente investiga outra doença e acidentalmente descobre que tem Cavernoma.

Normalmente os Cavernomas Cerebrais são diagnosticados quando se tornam sintomáticos.

Embora a doença, Cavernoma Cerebral, seja conhecida desde a década de 1930, os pacientes acometidos  não foram diagnosticados de maneira confiável até o advento da MRI (ressonância magnética) na década de 1980. Anteriormente, a doença pode ter sido diagnosticada como esclerose múltipla, cisticercose  ou como outra doença que levasse à convulsões (epilepsia) ou perda de consciência, sem se ter uma causa conhecida para os transtornos. Os cavernomas não eram visíveis em exames como angiografia e só  eram visualizados vagamente  na tomografia computadorizada. Uma ressonância magnética, com e sem contraste, com sequências chamadas gradiente-echo ou SWI, avaliada por um médico experiente continua sendo a melhor forma de diagnosticar esta doença. A sequência SWI é extremamente sensível para as diferenças entre o sangue arterial (oxigenado) e venoso (desoxigenado) e realça a intensidade de sinal / perda de sinal na circulação venosa.  Tem também grande sensibilidade diagnóstica para os cavernomas.  O controle por imagem é ainda a melhor maneira de se acompanhar a evolução da doença. Serve para avaliar a mudança no tamanho do Cavernoma, sangramento recente ou o aparecimento de novas lesões. A maioria dos Cavernomas é  comparada em imagens por ressonância, a partir da mudança em sua aparência, hemorragia recente ou sintomas clínicos.